Chords for Baitaca ao vivo
Tempo:
133.05 bpm
Chords used:
G
D
E
B
C
Tuning:Standard Tuning (EADGBE)Capo:+0fret

Jam Along & Learn...
Podemos começar assim, mandando um abraço também a todo o pessoal que nos assiste nas redes sociais
que são um tanto dos bastantes que não deixam nós passar fome nesse mundo.
povo, depois de Deus, o povo também é o pivô da [G] coisa.
Douspelego, [Bm] eu faço [G] a cama e [F#m] eu [A] basto meu travesseiro, [Bm] eu fogo galponeiro, [Em] é a coberta que me [A] aquenta,
[D] cai picumana azento, levanto [Em] meio encarvado, [C] faço um [G] mate bem servado e pra firmar bem meu servido,
um feijão mexido com [D] suquete a [G] ferventar.
[D]
[G]
que são um tanto dos bastantes que não deixam nós passar fome nesse mundo.
povo, depois de Deus, o povo também é o pivô da [G] coisa.
Douspelego, [Bm] eu faço [G] a cama e [F#m] eu [A] basto meu travesseiro, [Bm] eu fogo galponeiro, [Em] é a coberta que me [A] aquenta,
[D] cai picumana azento, levanto [Em] meio encarvado, [C] faço um [G] mate bem servado e pra firmar bem meu servido,
um feijão mexido com [D] suquete a [G] ferventar.
[D]
[G]
100% ➙ 133BPM
G
D
E
B
C
G
D
E
Podemos começar assim, mandando um abraço também a todo o pessoal que nos assiste nas redes sociais
_ _ [N] _
que são _ um tanto dos bastantes que não deixam nós passar fome nesse mundo.
O povo, depois de Deus, o povo também é o pivô da [G] coisa. _ _ _ _ _
Douspelego, [Bm] _ eu faço [G] a cama _ e [F#m] eu [A] basto meu travesseiro, _ _ [Bm] eu fogo _ galponeiro, [Em] é a coberta que me [A] aquenta,
me [D] cai picumana azento, levanto [Em] meio encarvado, _ [C] faço um [G] mate bem servado e pra firmar bem meu servido,
eu [C] como um feijão mexido com [D] suquete a [G] ferventar. _ _ _ _
_ _ [D] _ _ _ _
_ _ [G] _ _ _ _
_ _ [D] Você que está assistindo no seu galpão aí, [G] _ _ arreia no seu samba e bota [D] na chave e sai dançando, companheiro.
_ _ [G] _ _ _
_ _ _ [D] _ _ _
_ _ _ [G] _ _ _
Seu meu é bom baixão [D] é meia nada, hoje sou mais magra do que ela, [G] aguento o repouso.
Aqui na campanha existe a [D] simplicidade e é pra mostrar que o campeiro [G] não tem _ luxo.
Eu me levanto [D] bem sentindo, melhor mexido pra mim é o [G] melhor café,
não me acostumo com essas [D] comidas modernas, o chucuzinho pra mim é o [G] _ chucrafilé.
[Em] _ _ _ [D] _ _ _
_ _ _ [G] _ _ _
Eu me criei [D] a campo fora, _ _ ensinando [G] e aprendendo, _ _ cresci [D] assim desse jeito, campeiro, não tem efeito e meus restos [G] não tem remédio. _
Eu me criei [D] a campo fora, _ _ ensinando [G] e aprendendo, _ cresci [D] assim desse jeito, campeiro, não tem efeito e meus restos [G] não tem remédio. _
_ _ _ [D] _ _ _
_ _ _ [G] _ _ _
_ _ _ [D] _ _ _
Eu trabalho pra [G] companheira, _ _
_ _ _ [D] _ _ _
_ _ _ [G] _ _ _
_ _ _ [D] _ _ _
_ _ _ [G] _ _ _
com [D] meus cabelo enfurraçado, é que minha campo não é da [G] velha campeira,
moro pra fora e não abandono os costumes, índio campeiro não sei a [G] quem bem lareira. _
Isso é minha [D] bota temperada, meio solada não é [G] bota de passeio,
moro solado de [D] calçapé no estribo, levando a corda num [G] pelado de rodeio.
Moro solado de [D] calçapé no estribo, levando a corda num [G] pelado de rodeio.
Eu me [D] criei a campo fora, _ _ [G] ensinando e aprendendo, _ cresci [D] assim desse jeito, campeiro, não tem efeito e meus restos [G] não tem remédio. _
Eu me [D] criei a campo fora, _ _ ensinando [G] e aprendendo, _
_ [Em] cresci [D] assim desse jeito, campeiro, não tem efeito e meus restos não [G] tem remédio. _
_ _ [D] _ _ _ _
_ _ _ [G] _ Era esse [D] trancão que cê conhece, os da hora companheiro, _ _ _ [G] _ _ _
_ _ _ [D] _ _ _
_ [D] _ _ [G] _ _ _
_ _ _ [D] _ _ _
_ _ _ [G] _ _ _
se o meu [D] poncho tá furado, meio rasgado, nas [G] campeadeiras no mato,
em dia de chuva [D] procurando lugar de alçado, e te enxerar no meio [G] de um aldegado. _
Meu tirador [D] está esfolado, pois são as povas nas [G] campeadeiras que é fácil,
mas tá no fio de aldo [D] pelo janeiro, meio queimado, [G] tironeada de laço.
Mas tá no fio de aldo [D] pelo janeiro, meio queimado, [G] tireoneada de laço. _
[C] Eu me [D] criei a campo fora, _ _ [G] ensinando e aprendendo, _ cresci [D] assim desse jeito, campeiro, não tem efeito e meus restos [G] não tem remédio. _
[D] Eu me criei a campo fora, _ _ ensinando [G] e aprendendo, _
_ [E] cresci assim [D] desse jeito, campeiro, não tem efeito e meus restos não [G] tem remédio. _
_ _ [D] _ _ _ _
_ _ _ [G] _ _ _
Ô meu Rio [D] Grande, velho, _ tua história foi [G] feita a casco de cavalia, a ponta de lança.
[D] _ _ E não é com aquela mão [G] machia estreita que vai mudar tuas costumes, meu pago [D] velho. _ _ _
_ _ [G] _ _ _ [C] _
_ _ [D] _ Gaitê, me ataca de uma maneira soltito ao vento que [C#m] tem gente dançando em casa.
_ _ _ [B] _ _ _
_ _ _ [E] _ _ _
_ _ _ [B] _ _ _
_ _ _ [E] _ _ _
_ _ [B] _ _ _ _
_ _ [E] _ _ _ _
_ _ [B] _ _ _ _
_ _ [E] _ _ _
Saltei do fundo [B] da grota, _ ladradito e [E] membranjando, e montei num [B] verso chute e saí [E] mostrando o centro.
Chapéu [B] quebrado na testa e um _ colorado [E] abanando, pra viver soltito ao vento, [G#m] _ _
[B] apartadito do [E] vento. _ _
_ _ [B] _ _ _ _
_ [E] _ _ [E] _ _ _
_ _ [B] _ _ _ _
_ [E] _ _ _ _ _
_ [B] _ _ _ _ _
_ [C#m] _ _ _ _ _
_ [B] _ _ _ _ _
_ [E] _ Com a melena [B] sob o vento, _ recriei meio soltito, comendo o bago de touro, bucho, tutano e granito.
Sou bugre de estampa média, não sou feio e [E] nem bonito, não caso e nem [B] amazeio, [D#] quebra galdeira [E] só lido. _ _ _ _
[B] _ _ _ Violino também, [E] coitado, até hoje não conseguiu.
_ [B]
Deus te ajude, violino, que nem certo.
_ [E]
Deixa quieto, pai.
_ Vamos [B] parar.
_ Nós revêmo mesmo o barco, [E] companheiro, tudo num lado do barco e eu no outro.
_ _ [B] _
_ _ _ _ _ [E] _
Vão crer em Chico [B]
Aporiado, deixem [F#] na caca [E] a morteira, com as tuas dedos [B] _
apertado, _ _ entreverado no [E]
napoeira.
Vai [B] lá com o pé trocado, já tô levado [E] a casqueira, junto a graça e os pés estropeado, [G#m] tem mãe que já era [E] vanedo. _
_ _ _ [C] _ [B] _ _
_ _ _ _ [E] _ _
_ _ _ _ [B] _ _
_ _ _ _ _ _
_ [E] _ _ _ [B] _ _
_ _ _ _ [E] _ _
_ _ _ [B] _ _ _
_ _ _ [E] _ _
Sou a estampadora [B] de Rio Grande, _ missioneiro do [E] petudo, recimo pampa [B] [F#m] extraviado, bem largado e [E] _ macanudo.
Dedo não e [B] cabo hortê, queixo duro e [E] corneu, porque criado [B] em Baguau, já [G#] tem que [E] nascer com o iu. _ _
_ _ [B] _ _ _ _
_ _ [E] _ Dá uma chena o criado nos campos [B] de São Luis Gonzaga. _ _ _
_ _ _ Gateiro,
_ _ [N] _
que são _ um tanto dos bastantes que não deixam nós passar fome nesse mundo.
O povo, depois de Deus, o povo também é o pivô da [G] coisa. _ _ _ _ _
Douspelego, [Bm] _ eu faço [G] a cama _ e [F#m] eu [A] basto meu travesseiro, _ _ [Bm] eu fogo _ galponeiro, [Em] é a coberta que me [A] aquenta,
me [D] cai picumana azento, levanto [Em] meio encarvado, _ [C] faço um [G] mate bem servado e pra firmar bem meu servido,
eu [C] como um feijão mexido com [D] suquete a [G] ferventar. _ _ _ _
_ _ [D] _ _ _ _
_ _ [G] _ _ _ _
_ _ [D] Você que está assistindo no seu galpão aí, [G] _ _ arreia no seu samba e bota [D] na chave e sai dançando, companheiro.
_ _ [G] _ _ _
_ _ _ [D] _ _ _
_ _ _ [G] _ _ _
Seu meu é bom baixão [D] é meia nada, hoje sou mais magra do que ela, [G] aguento o repouso.
Aqui na campanha existe a [D] simplicidade e é pra mostrar que o campeiro [G] não tem _ luxo.
Eu me levanto [D] bem sentindo, melhor mexido pra mim é o [G] melhor café,
não me acostumo com essas [D] comidas modernas, o chucuzinho pra mim é o [G] _ chucrafilé.
[Em] _ _ _ [D] _ _ _
_ _ _ [G] _ _ _
Eu me criei [D] a campo fora, _ _ ensinando [G] e aprendendo, _ _ cresci [D] assim desse jeito, campeiro, não tem efeito e meus restos [G] não tem remédio. _
Eu me criei [D] a campo fora, _ _ ensinando [G] e aprendendo, _ cresci [D] assim desse jeito, campeiro, não tem efeito e meus restos [G] não tem remédio. _
_ _ _ [D] _ _ _
_ _ _ [G] _ _ _
_ _ _ [D] _ _ _
Eu trabalho pra [G] companheira, _ _
_ _ _ [D] _ _ _
_ _ _ [G] _ _ _
_ _ _ [D] _ _ _
_ _ _ [G] _ _ _
com [D] meus cabelo enfurraçado, é que minha campo não é da [G] velha campeira,
moro pra fora e não abandono os costumes, índio campeiro não sei a [G] quem bem lareira. _
Isso é minha [D] bota temperada, meio solada não é [G] bota de passeio,
moro solado de [D] calçapé no estribo, levando a corda num [G] pelado de rodeio.
Moro solado de [D] calçapé no estribo, levando a corda num [G] pelado de rodeio.
Eu me [D] criei a campo fora, _ _ [G] ensinando e aprendendo, _ cresci [D] assim desse jeito, campeiro, não tem efeito e meus restos [G] não tem remédio. _
Eu me [D] criei a campo fora, _ _ ensinando [G] e aprendendo, _
_ [Em] cresci [D] assim desse jeito, campeiro, não tem efeito e meus restos não [G] tem remédio. _
_ _ [D] _ _ _ _
_ _ _ [G] _ Era esse [D] trancão que cê conhece, os da hora companheiro, _ _ _ [G] _ _ _
_ _ _ [D] _ _ _
_ [D] _ _ [G] _ _ _
_ _ _ [D] _ _ _
_ _ _ [G] _ _ _
se o meu [D] poncho tá furado, meio rasgado, nas [G] campeadeiras no mato,
em dia de chuva [D] procurando lugar de alçado, e te enxerar no meio [G] de um aldegado. _
Meu tirador [D] está esfolado, pois são as povas nas [G] campeadeiras que é fácil,
mas tá no fio de aldo [D] pelo janeiro, meio queimado, [G] tironeada de laço.
Mas tá no fio de aldo [D] pelo janeiro, meio queimado, [G] tireoneada de laço. _
[C] Eu me [D] criei a campo fora, _ _ [G] ensinando e aprendendo, _ cresci [D] assim desse jeito, campeiro, não tem efeito e meus restos [G] não tem remédio. _
[D] Eu me criei a campo fora, _ _ ensinando [G] e aprendendo, _
_ [E] cresci assim [D] desse jeito, campeiro, não tem efeito e meus restos não [G] tem remédio. _
_ _ [D] _ _ _ _
_ _ _ [G] _ _ _
Ô meu Rio [D] Grande, velho, _ tua história foi [G] feita a casco de cavalia, a ponta de lança.
[D] _ _ E não é com aquela mão [G] machia estreita que vai mudar tuas costumes, meu pago [D] velho. _ _ _
_ _ [G] _ _ _ [C] _
_ _ [D] _ Gaitê, me ataca de uma maneira soltito ao vento que [C#m] tem gente dançando em casa.
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Saltei do fundo [B] da grota, _ ladradito e [E] membranjando, e montei num [B] verso chute e saí [E] mostrando o centro.
Chapéu [B] quebrado na testa e um _ colorado [E] abanando, pra viver soltito ao vento, [G#m] _ _
[B] apartadito do [E] vento. _ _
_ _ [B] _ _ _ _
_ [E] _ _ [E] _ _ _
_ _ [B] _ _ _ _
_ [E] _ _ _ _ _
_ [B] _ _ _ _ _
_ [C#m] _ _ _ _ _
_ [B] _ _ _ _ _
_ [E] _ Com a melena [B] sob o vento, _ recriei meio soltito, comendo o bago de touro, bucho, tutano e granito.
Sou bugre de estampa média, não sou feio e [E] nem bonito, não caso e nem [B] amazeio, [D#] quebra galdeira [E] só lido. _ _ _ _
[B] _ _ _ Violino também, [E] coitado, até hoje não conseguiu.
_ [B]
Deus te ajude, violino, que nem certo.
_ [E]
Deixa quieto, pai.
_ Vamos [B] parar.
_ Nós revêmo mesmo o barco, [E] companheiro, tudo num lado do barco e eu no outro.
_ _ [B] _
_ _ _ _ _ [E] _
Vão crer em Chico [B]
Aporiado, deixem [F#] na caca [E] a morteira, com as tuas dedos [B] _
apertado, _ _ entreverado no [E]
napoeira.
Vai [B] lá com o pé trocado, já tô levado [E] a casqueira, junto a graça e os pés estropeado, [G#m] tem mãe que já era [E] vanedo. _
_ _ _ [C] _ [B] _ _
_ _ _ _ [E] _ _
_ _ _ _ [B] _ _
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_ [E] _ _ _ [B] _ _
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_ _ _ [B] _ _ _
_ _ _ [E] _ _
Sou a estampadora [B] de Rio Grande, _ missioneiro do [E] petudo, recimo pampa [B] [F#m] extraviado, bem largado e [E] _ macanudo.
Dedo não e [B] cabo hortê, queixo duro e [E] corneu, porque criado [B] em Baguau, já [G#] tem que [E] nascer com o iu. _ _
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_ _ [E] _ Dá uma chena o criado nos campos [B] de São Luis Gonzaga. _ _ _
_ _ _ Gateiro,