Chords for BAITACA - Indio Guapo
Tempo:
86.975 bpm
Chords used:
D
G
E
Am
Tuning:Standard Tuning (EADGBE)Capo:+0fret

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Nasci na terra [D] jesuíta, pedaço de chão farrapo,
escapo,
[G]
Me criei a campo fora, Galdário, Chucle [D] e Matreiro,
guarida,
e eu canto que me espedaço na minha pátria [G]
querida.
[G]
escapo,
[G]
Me criei a campo fora, Galdário, Chucle [D] e Matreiro,
guarida,
e eu canto que me espedaço na minha pátria [G]
querida.
[G]
100% ➙ 87BPM
D
G
E
Am
D
G
E
Am
_ _ _ _ Nasci na terra [D] jesuíta, pedaço de chão farrapo,
se a adaga me vier de ponta eu quadro [G] o corpo e me escapo,
não disparo do perigo, nasci pra ser índio guapo.
[D] _
_ _ _ _ _ _ _ [G] _
Me criei a campo fora, Galdário, Chucle [D] e Matreiro,
sem piquete e sem potreiro, tendo o mundo por [G]
guarida,
e os manotaços da vida pra mim me serve [D] de abraço,
e eu canto que me espedaço na minha pátria [G]
querida.
_ _ _ _ _ _ [D] _
_ _ _ _ _ _ _ [G] _
_ Se _ _ _ _ [D] _
_ _ _ _ _ _ _ [G] _
_ _ _ _ _ _ _ [D] _
_ _ _ _ _ _ _ [G] _
o mundo trocar de ponta eu sigo do [D] mesmo jeito,
sem orgulho ou preconceito, calmo [G] igual água parada,
e a minha honra sagrada vou conservar a [D] vida inteira,
se for pra fazer sujeira eu morro pobre [G] sem nada.
E a minha honra sagrada vou conservar a [D] vida inteira,
se for [E] pra fazer sujeira [D] eu morro pobre [G] sem nada.
_ _ _ _ _ _ [D] _
_ _ _ _ _ _ _ [G] _
_ _ _ _ _ _ _ [D] _
_ _ _ _ _ _ _ [G] _
Muitas vezes me entreverei entre a poeira e a [D]
fumaça,
mostrei resistência e raça pra defender [G] o meu coro,
defendi taio e estouro nas horas de [D]
precisão,
[Am] sou índio que na [D] razão nunca aguentei [G]
desaforo.
Defendi taio e estouro nas horas de [D] precisão,
sou índio que na razão nunca aguentei [G]
desaforo.
_ _ No budismo é o amigo o benone e o [D] botega,
mas vale a lágrima de uma derrota,
que é a vergonha de não ter lutado [G] companheiro.
_ _ _ _ _ _ _ [D] _
_ _ _ _ _ _ _ [G] _
_ _ _ _ _ _ _ _
se a adaga me vier de ponta eu quadro [G] o corpo e me escapo,
não disparo do perigo, nasci pra ser índio guapo.
[D] _
_ _ _ _ _ _ _ [G] _
Me criei a campo fora, Galdário, Chucle [D] e Matreiro,
sem piquete e sem potreiro, tendo o mundo por [G]
guarida,
e os manotaços da vida pra mim me serve [D] de abraço,
e eu canto que me espedaço na minha pátria [G]
querida.
_ _ _ _ _ _ [D] _
_ _ _ _ _ _ _ [G] _
_ Se _ _ _ _ [D] _
_ _ _ _ _ _ _ [G] _
_ _ _ _ _ _ _ [D] _
_ _ _ _ _ _ _ [G] _
o mundo trocar de ponta eu sigo do [D] mesmo jeito,
sem orgulho ou preconceito, calmo [G] igual água parada,
e a minha honra sagrada vou conservar a [D] vida inteira,
se for pra fazer sujeira eu morro pobre [G] sem nada.
E a minha honra sagrada vou conservar a [D] vida inteira,
se for [E] pra fazer sujeira [D] eu morro pobre [G] sem nada.
_ _ _ _ _ _ [D] _
_ _ _ _ _ _ _ [G] _
_ _ _ _ _ _ _ [D] _
_ _ _ _ _ _ _ [G] _
Muitas vezes me entreverei entre a poeira e a [D]
fumaça,
mostrei resistência e raça pra defender [G] o meu coro,
defendi taio e estouro nas horas de [D]
precisão,
[Am] sou índio que na [D] razão nunca aguentei [G]
desaforo.
Defendi taio e estouro nas horas de [D] precisão,
sou índio que na razão nunca aguentei [G]
desaforo.
_ _ No budismo é o amigo o benone e o [D] botega,
mas vale a lágrima de uma derrota,
que é a vergonha de não ter lutado [G] companheiro.
_ _ _ _ _ _ _ [D] _
_ _ _ _ _ _ _ [G] _
_ _ _ _ _ _ _ _