Chords for BAITACA - Missioneiro extraviado

Tempo:
87.05 bpm
Chords used:

E

B

A

Tuning:Standard Tuning (EADGBE)Capo:+0fret
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BAITACA - Missioneiro extraviado chords
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Trago [B] o cinza nas melenas e o picuma no garpão.
Abro meu peito e garanto que o silêncio se [E] apavora
escutar [B] o meu canto.
certa.
[E] existe quem me mande.
me [E] extraviei no Rio Grande.
[B]
[E] [E]
100%  ➙  87BPM
E
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B
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A
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_ _ _ _ Trago [B] o cinza nas melenas e o picuma no garpão.
[E] Em a cama é o próprio chão e o céu azul é [B] meu manto.
Abro meu peito e garanto que o silêncio se [E] apavora
E se manda campo fora ao escutar [B] o meu canto.
Eu me criei rolando [E] ao mundo e não tenho morada certa.
Mas sendo guapo, [B] não se aperta quando uma raça se expande.
Não [E] existe quem me mande.
Sou chucro, sou caborteiro,
[B] Sou cria de missioneiro que me [E] extraviei no Rio Grande. _ _ _ _ _
_ _ [B] _ _ _ _ _ _
_ _ [E] _ _ _ _ [E] _ _
_ _ [A] _ _ _ _ [E] _ _
[B] _ _ [E] _ _ _ _ _ _
_ _ [B] _ _ _ _ _ _
_ _ [E] _ _ _ _ _ _
_ _ [A] _ _ _ _ [E] _ _
[B] _ _ [E] _ Sou do das patas, vivo longe da querência.
O preexistência é obra estampa [B] de campeão.
Sou bem largado, o sacrifício não renega.
Morro seco e não me entrego, sou cria [E] de missioneiro.
Por isso hoje no mundo o ano extrave a água.
Sou mais armado que nem [A] pouco redomão.
Ainda recordo nos campos [E] bem conegiados,
Assaltando [B] de madrugada pra tomar [E] meu chimarrão.
[A] Ainda recordo nos campos [E] bem conegiados,
Assaltando [B] de madrugada pra tomar [E] meu chimarrão. _ _ _ _
_ _ [B] _ _ _ _ _ _
_ _ [E] _ _ _ _ _ _
_ _ [A] _ _ _ _ [E] _ _
[B] _ _ [E] _ _ Lago tinido da espora,
Como nós fora da Uriande [B] com a judiaria.
Não me aborreço com essa minha vida esquisita,
Eu saio de Tagusito e só volto [E] no Caiaudia.
Faço o meu cloro pra quem todos me compreendam.
Também entendo o [A] sofrimento do neteão.
Caindo a noite, nem que não [E] tenha o sucesso da grama,
[B] Eu faço peleio no mundo, [E] eu faço galpão.
[B] Caindo a noite, nem que [E] não tenha o sucesso da grama,
Eu [B] faço peleio no mundo, [E] eu faço galpão. _ _ _ _
_ _ [B] _ _ _ _ _ _
_ _ [E] _ _ _ _ _ _
_ _ [A] _ _ _ _ [E] _ _
[B] _ _ [E] _ _ Fala um pouco da revirada,
Praço pro lotado, pra poder [B] chope meu peito.
A minha gimeira sempre sobe a 1,20,
Seja mal ou meio bem, eu [E] vivo de qualquer jeito.
No meu Rio Grande, cavalo, dependo da merda,
Pois era certo que eu [A] nasci pra caldeirar.
Vivo cantando com esse [E] dom que Deus me deu,
E [B] afinal o mundo é meu e não me [E] importa onde andar.
Vivo cantando com esse dom que Deus me deu,
E [B] afinal o mundo é meu e não me [E] importa onde andar. _ _ _ _
_ _ [B] _ _ _ _ _ _
_ _ [E] _ _ _ _ _ _
_ _ [A] _ _ _ _ [E] _ _
[B] _ _ [E] _ _ _ _ _ _
_ _ _ _ _ _ _ _