Pra Cachorrada da Estância Chords by Ângelo Franco
Tempo:
93 bpm
Chords used:
E
B
A
F#m
C#m
Tuning:Standard Tuning (EADGBE)Capo:+0fret

Start Jamming...
[F#] [B]
[E] [A]
[E] [B]
[E] Depois [A] de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância, faço do meu verso chúria pra
[E] cachorrada da instância.
[A] Depois de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância, faço do meu verso chúria pra
[E] cachorrada da instância.
Cada [G#] cachorro que tenho é um irmão que [C#m] me arrodeia e [B] ajuda a ganhar puteiro [F#m] lidando
com [E] boi e oveia.
[A] Temprano saiu pro campo com o tarico e o tareco, enquanto o cacique e o negrito vem mais [E] atrás
com o maneco.
Vem na frente de ponteiro que nem o [B] índio se pé.
[A] Vem um [G#m] brasino charrua [F#m] que atende [E] por bororé.
Depois [A] de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância, faço do meu verso chúria pra
[E] cachorrada da instância.
O [G#] tigre é um ovelheiro, filho da [C#m] cadela osca, que [B] apareceu a bichada tapada [E] de verno e mosca.
[A] Ventana é aquele baio chamado jatefisguei.
Num talenique dos santos, rolando a [E] tava ganhei.
Já o paissão é um esganado que não [B] refuga a comida [A] daqueles que [G#m] engolem osso [F#m] sem se
importar [E] com a saída.
[B]
Eu aprendi com meu [E] pai que me disse certa vez que [B] criasse só cusco, heno, crioujo, [E] dinamarquês.
Se acaso precise [A] pelear, nunca perca a altivez.
[E] Cada cachorro pra um homem [B] e o dono pra um dos dois.
[E] Podreza.
O [A] maragatô trumbala [C#m] desses patrões dos galpões.
Quer do alma e a coragem [F#m] dos seus [E] avós chimarrões.
Ficou tapera de um olho de um balaço [B] de nagão.
[A] Perdeu a [G#m] conta das balas [F#m] que cruzou [E] de refilão.
Depois [A] de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância.
Faço do meu verso chúria pra [E] cachorrada da instância.
Depois [C#m] de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância.
Faço do meu verso chúria pra [E] cachorrada da instância.
O [G#] curisco é dos malevas que depois [C#m] de embravecer.
[B] Periga a pele com a morte [F#m] se a bandida [B] aparecer.
[E] [A] Parece uma escolta gaucha essa cuscada valente.
Um loco dorme nos fundos [F#m] e o resto [E] cuida da frente.
Por isso às vezes no campo, solito [B] num fim de tarde.
[A] Ouço os cuscos [G#m] que [F#] morreram há quanto [A] na minha saudade.
Depois de escutar na rádio uma [B] milonga sem sustância.
Faço do meu verso chúria pra [E] cachorrada da instância.
[G#m] [E]
[E] [A]
[E] [B]
[E] Depois [A] de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância, faço do meu verso chúria pra
[E] cachorrada da instância.
[A] Depois de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância, faço do meu verso chúria pra
[E] cachorrada da instância.
Cada [G#] cachorro que tenho é um irmão que [C#m] me arrodeia e [B] ajuda a ganhar puteiro [F#m] lidando
com [E] boi e oveia.
[A] Temprano saiu pro campo com o tarico e o tareco, enquanto o cacique e o negrito vem mais [E] atrás
com o maneco.
Vem na frente de ponteiro que nem o [B] índio se pé.
[A] Vem um [G#m] brasino charrua [F#m] que atende [E] por bororé.
Depois [A] de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância, faço do meu verso chúria pra
[E] cachorrada da instância.
O [G#] tigre é um ovelheiro, filho da [C#m] cadela osca, que [B] apareceu a bichada tapada [E] de verno e mosca.
[A] Ventana é aquele baio chamado jatefisguei.
Num talenique dos santos, rolando a [E] tava ganhei.
Já o paissão é um esganado que não [B] refuga a comida [A] daqueles que [G#m] engolem osso [F#m] sem se
importar [E] com a saída.
[B]
Eu aprendi com meu [E] pai que me disse certa vez que [B] criasse só cusco, heno, crioujo, [E] dinamarquês.
Se acaso precise [A] pelear, nunca perca a altivez.
[E] Cada cachorro pra um homem [B] e o dono pra um dos dois.
[E] Podreza.
O [A] maragatô trumbala [C#m] desses patrões dos galpões.
Quer do alma e a coragem [F#m] dos seus [E] avós chimarrões.
Ficou tapera de um olho de um balaço [B] de nagão.
[A] Perdeu a [G#m] conta das balas [F#m] que cruzou [E] de refilão.
Depois [A] de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância.
Faço do meu verso chúria pra [E] cachorrada da instância.
Depois [C#m] de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância.
Faço do meu verso chúria pra [E] cachorrada da instância.
O [G#] curisco é dos malevas que depois [C#m] de embravecer.
[B] Periga a pele com a morte [F#m] se a bandida [B] aparecer.
[E] [A] Parece uma escolta gaucha essa cuscada valente.
Um loco dorme nos fundos [F#m] e o resto [E] cuida da frente.
Por isso às vezes no campo, solito [B] num fim de tarde.
[A] Ouço os cuscos [G#m] que [F#] morreram há quanto [A] na minha saudade.
Depois de escutar na rádio uma [B] milonga sem sustância.
Faço do meu verso chúria pra [E] cachorrada da instância.
[G#m] [E]
Key:
E
B
A
F#m
C#m
E
B
A
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_ _ _ [F#] _ _ _ [B] _ _
_ _ _ [E] _ _ _ _ [A] _
_ _ _ [E] _ _ _ _ [B] _
_ _ _ [E] _ _ Depois [A] de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância, faço do meu verso chúria pra
[E] cachorrada da instância.
[A] Depois de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância, faço do meu verso chúria pra
[E] cachorrada da instância.
Cada [G#] cachorro que tenho é um irmão que [C#m] me arrodeia e [B] ajuda a ganhar puteiro [F#m] lidando
com [E] boi e oveia.
[A] Temprano saiu pro campo com o tarico e o tareco, enquanto o cacique e o negrito vem mais [E] atrás
com o maneco.
Vem na frente de ponteiro que nem o [B] índio se pé.
[A] Vem um [G#m] brasino charrua [F#m] que atende [E] por bororé.
Depois [A] de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância, faço do meu verso chúria pra
[E] cachorrada da instância.
O [G#] tigre é um ovelheiro, filho da [C#m] cadela osca, que [B] apareceu a bichada tapada [E] de verno e mosca.
[A] Ventana é aquele baio chamado _ jatefisguei.
Num talenique dos santos, rolando a [E] tava ganhei.
Já o paissão é um esganado que não [B] refuga a comida [A] daqueles que [G#m] engolem osso [F#m] sem se
importar [E] com a saída.
_ [B] _
Eu aprendi com meu [E] pai que me disse certa vez que [B] criasse só cusco, heno, crioujo, [E] dinamarquês.
Se acaso precise [A] pelear, nunca perca a altivez.
[E] Cada cachorro pra um homem [B] e o dono pra um dos dois.
[E] Podreza.
O [A] maragatô trumbala [C#m] desses patrões dos galpões.
Quer do alma e a coragem [F#m] dos seus [E] avós chimarrões.
Ficou tapera de um olho de um balaço [B] de nagão.
[A] Perdeu a [G#m] conta das balas [F#m] que cruzou [E] de refilão.
Depois [A] de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância.
Faço do meu verso chúria pra [E] cachorrada da instância.
Depois [C#m] de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância.
Faço do meu verso chúria pra [E] cachorrada da instância.
O [G#] curisco é dos malevas que depois [C#m] de embravecer.
_ [B] Periga a pele com a morte [F#m] se a bandida [B] aparecer.
[E] _ [A] Parece uma escolta gaucha essa cuscada valente.
Um loco dorme nos fundos [F#m] e o resto [E] cuida da frente.
Por isso às vezes no campo, solito [B] num fim de tarde.
[A] Ouço os cuscos [G#m] que [F#] morreram há quanto _ _ [A] na minha _ saudade.
Depois de escutar na rádio uma [B] milonga sem sustância.
Faço do meu verso chúria pra [E] cachorrada da instância.
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[E] cachorrada da instância.
[A] Depois de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância, faço do meu verso chúria pra
[E] cachorrada da instância.
Cada [G#] cachorro que tenho é um irmão que [C#m] me arrodeia e [B] ajuda a ganhar puteiro [F#m] lidando
com [E] boi e oveia.
[A] Temprano saiu pro campo com o tarico e o tareco, enquanto o cacique e o negrito vem mais [E] atrás
com o maneco.
Vem na frente de ponteiro que nem o [B] índio se pé.
[A] Vem um [G#m] brasino charrua [F#m] que atende [E] por bororé.
Depois [A] de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância, faço do meu verso chúria pra
[E] cachorrada da instância.
O [G#] tigre é um ovelheiro, filho da [C#m] cadela osca, que [B] apareceu a bichada tapada [E] de verno e mosca.
[A] Ventana é aquele baio chamado _ jatefisguei.
Num talenique dos santos, rolando a [E] tava ganhei.
Já o paissão é um esganado que não [B] refuga a comida [A] daqueles que [G#m] engolem osso [F#m] sem se
importar [E] com a saída.
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Eu aprendi com meu [E] pai que me disse certa vez que [B] criasse só cusco, heno, crioujo, [E] dinamarquês.
Se acaso precise [A] pelear, nunca perca a altivez.
[E] Cada cachorro pra um homem [B] e o dono pra um dos dois.
[E] Podreza.
O [A] maragatô trumbala [C#m] desses patrões dos galpões.
Quer do alma e a coragem [F#m] dos seus [E] avós chimarrões.
Ficou tapera de um olho de um balaço [B] de nagão.
[A] Perdeu a [G#m] conta das balas [F#m] que cruzou [E] de refilão.
Depois [A] de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância.
Faço do meu verso chúria pra [E] cachorrada da instância.
Depois [C#m] de escutar na rádio uma milonga [B] sem sustância.
Faço do meu verso chúria pra [E] cachorrada da instância.
O [G#] curisco é dos malevas que depois [C#m] de embravecer.
_ [B] Periga a pele com a morte [F#m] se a bandida [B] aparecer.
[E] _ [A] Parece uma escolta gaucha essa cuscada valente.
Um loco dorme nos fundos [F#m] e o resto [E] cuida da frente.
Por isso às vezes no campo, solito [B] num fim de tarde.
[A] Ouço os cuscos [G#m] que [F#] morreram há quanto _ _ [A] na minha _ saudade.
Depois de escutar na rádio uma [B] milonga sem sustância.
Faço do meu verso chúria pra [E] cachorrada da instância.
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